Pular para o conteúdo principal

Point Blank: o que é e como jogar em 2026

Atualizado em

Lucas Stolze

Lucas Stolze

8 min de leitura
Point Blank é um nome que qualquer jogador que passou pelas lan houses brasileiras dos anos 2010 reconhece na hora. O jogo marcou geração, competindo diretamente com outros FPS gratuitos da época. Mesmo depois de mais de uma década, o jogo continua ativo, embora tenha passado por mudanças importantes de gestão no Brasil recentemente. Muita gente que jogou no passado nem sabe que o Point Blank segue no ar hoje em dia. Direto ao ponto: Point Blank é um jogo de tiro em primeira pessoa desenvolvido pela sul-coreana Zepetto, lançado originalmente em 2008, com jogabilidade parecida com Counter-Strike, times opostos disputando objetivos como plantar ou defender uma bomba, e uma trajetória longa no Brasil que passou pela extinta publisher OnGame antes de chegar à gestão direta da Zepetto. Este guia explica a origem do jogo, como funciona a jogabilidade, a história dele no Brasil e como jogar hoje em dia.

Point Blank: o que é e de onde vem o jogo

Antes de falar sobre a versão brasileira, vale entender a origem do Point Blank e por que ele conquistou tantos mercados diferentes ao redor do mundo desde o lançamento original. O jogo nasceu num contexto de forte competição entre FPS gratuitos, época em que vários títulos parecidos disputavam espaço nas lan houses e cybercafés.

A origem sul-coreana da Zepetto

Point Blank foi desenvolvido pela empresa sul-coreana Zepetto e lançado originalmente na Coreia do Sul em outubro de 2008. Depois do sucesso local, o jogo passou a ser publicado em vários outros países, cada um com uma editora regional responsável pela versão local. Essa estratégia de licenciamento regional explica por que o jogo teve trajetórias tão diferentes dependendo do país, com atualizações e conteúdo que nem sempre chegavam ao mesmo tempo em todas as regiões.

Por que Point Blank lembra tanto o Counter-Strike

A comparação com Counter-Strike é praticamente inevitável. O Point Blank também divide os jogadores em dois times opostos, geralmente chamados de Free Rebels e CT-Force, com objetivos de eliminação e cenários com ambientes destrutíveis. Apesar da semelhança na estrutura básica, o Point Blank sempre investiu bastante em customização de personagem e habilidades, criando uma identidade própria dentro do gênero de FPS tático.

Como funciona o jogo Point Blank: modos e armas

Entender os modos de jogo e as categorias de armas disponíveis ajuda bastante quem está conhecendo o Point Blank agora ou voltando depois de anos afastado. O jogo sempre apostou em variedade, tanto nos objetivos das partidas quanto no arsenal disponível para os jogadores.

Modos de jogo mais jogados

Entre os modos mais populares do Point Blank estão:
  • Team Deathmatch: dois times competem para atingir primeiro um número determinado de eliminações.
  • Bomb Mission: um time precisa plantar uma bomba enquanto o outro tenta defender o local, no estilo mais clássico de FPS tático.
  • Destruction: modo com foco em destruir um alvo específico dentro do mapa antes do tempo acabar.
  • Deathmatch individual: cada jogador compete sozinho contra todos os outros, sem formação de times.
Essa variedade de modos ajuda a manter as partidas interessantes mesmo depois de muitas horas de jogo.

Categorias de armas disponíveis

O arsenal do Point Blank também é bem variado, cobrindo diferentes estilos de combate:
  • Rifles de assalto: versáteis e recomendados para iniciantes, incluindo armas inspiradas em modelos como M4A1 e AK-47.
  • Submetralhadoras: ideais para combate de curta distância, graças à alta taxa de disparo.
  • Escopetas: devastadoras de perto, mas praticamente inúteis à longa distância.
  • Rifles de precisão: perfeitos para eliminar inimigos de longe com tiros certeiros.
  • Metralhadoras leves: oferecem poder de fogo maior, mas reduzem bastante a mobilidade do jogador.
Testar diferentes categorias é a melhor forma de descobrir qual estilo de combate combina mais com você.

PB Ongame FPS: a história do Point Blank no Brasil

Boa parte de quem procura por PB Ongame FPS está atrás justamente da história desse jogo dentro do mercado brasileiro, que passou por uma virada importante recentemente. Entender essa trajetória ajuda a esclarecer por que tanta gente ainda associa o nome OnGame ao Point Blank, mesmo o jogo tendo mudado de gestão.

A chegada às lan houses brasileiras em 2010

O Point Blank chegou oficialmente ao Brasil em 2010, sob a administração da OnGame, publisher que também era responsável por outros jogos conhecidos da época, como Gunbound. O jogo rapidamente virou febre nas lan houses, competindo diretamente com outros FPS gratuitos disputados pelo público brasileiro na época. Essa fase marcou uma geração inteira de jogadores brasileiros, muitos dos quais começaram a competir profissionalmente em cenários de e-sports a partir do Point Blank.

O fim da OnGame e a nova gestão direta da Zepetto

Depois de quase 20 anos de atuação no mercado brasileiro, a OnGame encerrou suas atividades no país em dezembro de 2024. A partir desse momento, o Point Blank passou a ser publicado diretamente pela própria desenvolvedora, a Zepetto, através de uma operação local voltada para a América Latina. A boa notícia para quem jogava na época da transição é que contas, itens e patentes foram mantidos sem qualquer perda, já que a mudança afetou apenas a gestão da publicação, não o progresso dos jogadores. Veja a linha do tempo resumida da trajetória do jogo no Brasil:
  1. 2010: Point Blank chega ao Brasil sob administração da OnGame.
  2. Anos seguintes: o jogo se torna febre nas lan houses e ganha cenário competitivo próprio no país.
  3. Dezembro de 2024: a OnGame encerra suas atividades no Brasil após quase 20 anos de operação.
  4. A partir de 2024: a Zepetto assume a publicação direta do jogo para o Brasil e a América Latina.

Point Blank é a mesma coisa que CrossFire?

Essa confusão é comum, já que os dois jogos competiram lado a lado durante anos pelo mesmo público de FPS gratuito no Brasil. Apesar das semelhanças superficiais, são projetos completamente diferentes. Veja um resumo comparando os dois jogos:
Característica Point Blank CrossFire
Desenvolvedora Zepetto (Coreia do Sul) Smilegate (Coreia do Sul)
Chegada ao Brasil 2010 Também no início dos anos 2010
Estilo de jogo FPS tático, inspirado em Counter-Strike FPS tático, também inspirado em Counter-Strike
Diferencial Forte customização de personagem e habilidades Modos de jogo mais variados, incluindo elementos de zumbi
Na prática, os dois jogos disputaram o mesmo espaço no coração dos jogadores brasileiros de FPS gratuito, e é normal que as pessoas ainda confundam detalhes entre um e outro depois de tantos anos.

Como jogar Point Blank no Brasil hoje?

Para quem quer voltar a jogar ou está descobrindo o Point Blank agora, o processo de acesso mudou desde a transição de publisher, mas continua simples. Siga este roteiro básico para começar:
  1. Acesse o site oficial da Zepetto voltado para o Brasil e a América Latina.
  2. Crie uma conta nova ou recupere o acesso à conta antiga, caso já tenha jogado durante a era OnGame.
  3. Baixe o cliente do jogo diretamente pelo site oficial.
  4. Complete o tutorial inicial para relembrar ou aprender os controles básicos.
  5. Entre em uma partida casual antes de migrar para modos mais competitivos.
Vale sempre baixar o jogo apenas pelos canais oficiais, evitando sites não licenciados que costumam circular versões desatualizadas ou modificadas do cliente.

Pro Tips para quem está voltando ao Point Blank

Alguns cuidados ajudam bastante quem está retomando o jogo depois de um tempo afastado.
  • Revise as armas atuais antes de gastar recursos: o arsenal pode ter mudado bastante desde a última vez que você jogou.
  • Pratique contra bots antes de partidas online: isso ajuda a recuperar a familiaridade com a movimentação e o recuo das armas.
  • Acompanhe os canais oficiais da Zepetto Brasil: eventos e atualizações costumam ser anunciados por lá primeiro.
  • Confira o cenário competitivo atual: o Point Blank ainda mantém campeonatos internacionais, uma boa forma de conhecer o nível competitivo do jogo hoje.

Erros comuns de quem está voltando a jogar Point Blank

Esses deslizes aparecem com frequência entre jogadores que estão retomando o jogo depois de anos afastados.
  • Baixar o cliente por sites não oficiais. Isso aumenta o risco de versões desatualizadas ou até arquivos maliciosos. Como corrigir: sempre baixar o jogo diretamente pelo site oficial da Zepetto.
  • Achar que o progresso antigo foi perdido na troca de publisher. A transição da OnGame para a Zepetto manteve contas e itens intactos. Como corrigir: tentar recuperar a conta antiga antes de criar uma nova do zero.
  • Confundir atualizações de Point Blank com as de CrossFire. Os dois jogos seguem caminhos de desenvolvimento independentes. Como corrigir: acompanhar apenas os canais oficiais do jogo específico que você está jogando.
  • Pular o tutorial ao voltar depois de muito tempo. Isso pode deixar você em desvantagem contra jogadores mais adaptados às mecânicas atuais. Como corrigir: refazer o tutorial mesmo já tendo experiência antiga com o jogo.

Uma boa conexão ajuda a reviver a experiência competitiva

Voltar a jogar um FPS tático como o Point Blank depois de um tempo já exige adaptação. Uma conexão instável só torna esse retorno ainda mais frustrante, especialmente em modos como Bomb Mission, onde cada fração de segundo importa. O ExitLag pode ajudar nesse cenário. Ele não é uma VPN, e sim um otimizador de conexão para jogos, que busca rotas de rede mais estáveis até os servidores das suas partidas. Isso ajuda a reduzir instabilidades justamente nos momentos de troca de tiro mais decisivos, seja você um jogador voltando depois de anos ou alguém conhecendo o Point Blank agora pela primeira vez. Quem quiser testar pode baixar o ExitLag Download e configurar o jogo em poucos minutos.

Point Blank: uma lenda dos FPS que ainda está no ar

Point Blank é bem mais do que uma lembrança nostálgica das lan houses brasileiras. O jogo segue ativo, agora sob gestão direta da Zepetto depois do encerramento da OnGame no Brasil, mantendo contas, itens e uma comunidade competitiva ainda relevante. Se você jogava antigamente ou está conhecendo agora pela primeira vez, vale a pena revisitar essa clássica mistura de tiro tático e customização que fez tanto sucesso por aqui. O caminho para voltar a jogar está mais simples do que parece. Todas as imagens do jogo utilizadas neste artigo pertencem à Zepetto. Elas são utilizadas apenas para fins informativos e educacionais e não implicam endosso ou afiliação com os detentores dos direitos.

LEVE SUA CONEXÃO
PARA O PRÓXIMO NÍVEL!